sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

EaD - a bola da vez


Os recursos tecnológicos aplicados à educação têm sido tomados como magia que pousa sobre a escola. De repente, as mídias em educação parecem se configurar como um fenômeno em separado do que já se fazia na educação escolar. Viveríamos um antropofagismo pedagógico, simplesmente?
Apesar das profecias tecnológicas, é evidente que para subsidiar as boas práticas em projetos de Educação a Distância, a existência de um Projeto Político Pedagógico – tomado como uma proposta de ação em bases realistas – pode ser o referencial de qualidade, norte de toda a empreitada, numa época em que ensinar e aprender exige muito mais flexibilidade: seja de tempo, de espaço, de indivíduo, de grupo etc.
Num país marcado por tantos contrastes, a Educação a Distância (EaD) se apresenta como um paradigma educacional como forma de ampliar a escolaridade e a oportunidade de atualização a tantos brasileiros, alijados do processo, frente aos compromissos presentes nas agendas educacionais.
Todavia, é preciso atentar-se a um requisito importante: qualidade. Esse deve ser o mote principal às equipes gestoras de um programa de EaD. Isso porque se trata de qualificação humana e não educação em forma de discriminação positiva àqueles que não tiveram oportunidades de ingresso e acesso ao mundo letrado.
Observadas as dimensões necessárias aos cursos a distância, é de se crer que os objetivos do MEC frente à criação do Sistema Universidade Aberta do Brasil, possam potencializar novos conhecimentos, com o forte apoio dos recursos tecnológicos, à medida que, ao encurtar distâncias, ampliem-se as idéias.
27/10/2008

Dez anos depois: outros cliques. 28/12/2018

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